30 de abr de 2009

The Variable


Por favor, volte aqui amanhã!!!!

29 de abr de 2009

Greatest Hits - A morte de Jeremy Benthan

Ben "suicida" Locke - The life and death of Jeremy Benthan

Tenho muitos momentos grandiosos na quinta temporada. Talvez porque esteja ainda bem recente, talvez por ser a temporada com maiores esclarecimentos até então.
Entre tantas grandes cenas desta temporada, porém, a que mais me impressionou foi o assassinato de Locke por Ben, revertendo uma situação de forma tão repentina. Por que Ben não deixou que ele se matasse, então? Provavelmente porque precisava de respostas. Mas certeza disto, acho que nunca teremos.
O grande mérito da cena, sem dúvida, é da interpretação de Terry e Michael Emerson. Brilhante, brilhante. Outro dia falei no meu blog pessoal que a interação entre os dois é de uma mágica perdida pelo cinema atualmente. Há anos não se via uma dupla de atores atuar tão incrivelmente bem juntos...




28 de abr de 2009

Greatest Hits - Quem estava no caixão

Locke no caixão - There´s no place like home

Durante um ano a grande discussão dos fãs era: quem está no caixão?
Só por isso, esta cena valeria um Greatest Hits.
A resposta foi uma das mais improváveis (afinal, John era a pessoa que menos imaginaríamos sair da Ilha) e deixou a maioria estarrecido. Mas não precisamos de mais um ano para descobrir o que fez Locke sair da Ilha. E tem quem reclame que Lost não traz respostas...
Um detalhe interessante desta cena é a introdução de Ben: sua primeira frase, na verdade, foi gravada por Terry O´Quinn. E só o susto de Jack valeu ao ouvi-la valeu a espera.




Greatest Hits - Pen e Des

Des fala com Pen pelo telefone - The Constant

O episódio todo foi um show, mas esta cena em especial ficará marcada pelo tom exato de romance e emoção. Poderia ter ficado piegas, poderia ter facilmente descambado para o folhetim barato, porém a química perfeita entre os personagens, a direção, a edição e, principalmente, a atuação envolvente de Henry e Sonya cativaram até os fãs menos ligados no romance da série.
Foi empática e comovente. E não poderia ficar de fora destes greatest hits de Lost.





Evy e os paparazzi


Evangeline Lilly in Paris (April 24, 2009)
Enviado por ByCarLost

Às vezes acho Evangeline muito com postura de diva. Mas neste caso, ela tem razão. Uma coisa é assédio normal da profissão, outra é inconveniência...

27 de abr de 2009

Flash Forward em The Variable

Não é spoiler. Fiquem tranquilos!

Trata-se do nome da aposta da ABC para ocupar a lacuna a ser deixada por Lost a partir de 2010. O novo seriado deve entrar na grade de programação na temporada 2009/2010, mas a campanha de divulgação começa cedo, aproveitando o embalo da reta final da quinta e penúltima temporada de Lost.
Segundo o site The Hollywood Reporter, já nesta semana, nos intervalos do centésimo episódio de Lost, a emissora lança um teaser apresentando Flash Forward, tentando atrair o público afeito a tramas de ficção.
Além de lançar a série, a emissora deve criar algo semelhante aos jogos de realidade alternativa já conhecidos pelos fãs de Lost.
A série é baseada no romance homônimo de Robert J. Sawyer e tem como premissa um evento sobrenatural coletivo de 2 minutos e 17 segundos que resulta em visões do futuro. O elenco tem Joseph Fiennes (Shakespeare Apaixonado), Sonya Walger (a Pen de Lost), Courtney B. Vance (Law & Order: Criminal Intent) e Jack Davenport (Swingtown).
Será que vale um blog?

Greatest Hits - We have to go back

Thought the Looking Glass - WE HAVE TO GO BACK

Acho que este foi o momento mais inovador da série. O jogo narrativo foi brilhante e nos deixou totalmente perplexos. Então, Jack e Kate saíram da Ilha?? E tinham que voltar??
Difícil comparar esta cena com qualquer outra da história da TV.

E foi exatamente neste momento que me dei conta do quanto ler spoilers empobrece o acompanhamento de uma trama como Lost, que é baseada principalmente no elemento surpresa. Eu li este spoiler. Infelizmente. Me arrependo amargamente porque sei que se tivesse esperado o episódio, o impacto seria muito maior.
Foi como se, por exemplo, ontem, eu tivesse começado assistir à final do campeonato paulista sabendo já que o Ronaldo marcaria aquele gol espetacular e que o meu time venceria de 3 x1. Estaria feliz, claro, mas a emoção nao teria sido nem 1/1000 do que foi. É bem diferente, não?




24 de abr de 2009

Greatest Hits - Michael e o lado negro da força

Michael mata Ana Lucia e Libby - Two for the Road

Este foi o primeiro momento estarrecedor para mim. E fundamental para me tornar a fã que sou.
Explico: não acompanho Lost desde seu início cronológico. Sabia da proposta e do sucesso, mas pensava em esperar o fim para ver tudo numa tacada única.
Mas certo dia resolvi ver descompromissadamente uma maratona do AXN, sem saber qual efeito teria em mim. Era segunda temporada e após assistir alguns episódios, dou de cara com o trágico assassinato das duas por um dos que pareciam ser os mocinhos. O impacto foi enorme. Fiquei pirada, tentando entender o porque do ato.
Começamos - eu e o marido - a verdadeira maratona: acompanhar a série desde o início. O resto é história e vocês já sabem o quanto viciados somos...


O bastão de Ben

A dica veio do Thiago, do ótimo Cine e Séries.

Corre solta em uma comunidade do Orkut uma discussão sobre possíveis dicas importantes para os mistérios de Lost estarem contidas no episódio piloto. Ao que parece a lebre foi levantada pelos próprios roteiristas. Não encontrei exatamente a entrevista onde falam sobre isto, mas a premissa é bastante familiar. Acredito já ter lido algo sobre realmente.
O fato é que revendo o episódio, encontraram ao menos uma pista bastante significativa - se for mesmo o que parece. Confira:


Seria mesmo a charmosa arma de Benjamin Linus, o bastão retrátil de Krav Maga (arte de defesa pessoal)?

Outra referência à arma - citada pela Lostpedia é o personagem Agent 355 da série de quadrinhos Y, de Brian K Vaighan, co-escritor no "The Shape of Things to Come".

23 de abr de 2009

Greatest Hits - E a jangada foi ao mar...

No compasso de espera pelo 100º episódio, fiz minha lista de momentos mais marcantes destes cinco anos.
São muitas cenas especiais, acontecimentos inesperados, reviravoltas, perdas, redenção, romance, grandes diálogos. Até quinta da próxima semana pretendo destacar alguns destes grandes momentos.
A lista é bem pessoal, pois aposto que cada um tem na memória várias cenas que não esquece. Quais as suas?


A partida da jangada
- Exodus - 1ª temporada

Foi a primeira vez que chorei vendo Lost. A seqüência é memorável: bem interpretada, dirigida, editada e maravilhosamente musicada.
Da carga dramática das despedidas de Sun e Jin, Walt e Vincent, ao tom de esperança que transparecia em cada um dos losties, foi perfeita. Uma curiosidade: a cena que Vincent entra no mar atrás do Walt foi, segundo os próprios roteiristas, praticamente toda dirigida pelo próprio ator canino!!! Ou melhor, atriz: Vincent é uma cadela chamada Madison. Ficou linda, não...







Final globalizado?

O site da emissora espanhola Cuatro, detentora da transmissão de Lost no País, levantou uma possibilidade interessantíssima.
Segundo o blog do canal, o último episódio da série, em 2010, será transmitido simultaneamente para todo o mundo!!!
Será mesmo?
Seria muito bacana.

22 de abr de 2009

Dia da Terra

Desvio o foco outra vez e peço mais um minuto da sua atenção. Mas a causa é nobre.
Se puder, junte-se a esta corrente também!

Em vez de escrever um imenso post sobre esta data tão importante, preferi dar lugar aos poetas. Pois estes têm grande vantagem sobre os jornalistas: falam na alma!
Reflita

“Terra
És o mais bonito dos planetas
Tão te maltratando por dinheiro
Tu que és a nave nossa irmã

Canta!
Leva tua vida em harmonia
E nos alimenta com seus frutos
Tu que és do homem, a maçã…
Vamos precisar de todo mundo

Um mais um é sempre mais que dois
Prá melhor juntar as nossas forças
É só repartir melhor o pão
Recriar o paraíso agora
Para merecer quem vem depois…”

Beto Guedes/ Ronaldo Bastos

21 de abr de 2009

Falando sério - campanha contra a corneta desmedida

Deixando um pouco Lost de lado - só um pouquinho.



Corneteiro é uma gíria consagrada no mundo futebolístico que refere-se ao torcedor/jornalista/dirigente que faz da crítica a rotina. Esteja bem ou mal o time, ele vai arrumar defeito: criticar a escalação, criar boatos sobre venda de jogadores, vai arrumar alguma forma de se sobressair em qualquer bate papo descompromissado sobre aquele que é o mais importante entre os assuntos menos importantes, como diz o corneteiro Milton Neves.
Todo mundo tem um quê de corneteiro. Seja torcedor ou não, você acaba em algum momento cornetando algum assunto do dia-a-dia. O problema é quando cornetar vira um vício e uma referência. No futebol, o ato pode desestabilizar um time, pois a corneta é tão contagioso como uma virose de verão. Muitas vezes derruba técnicos, da um empurrãozinho para o frango do ano ou ajuda o atacante a pisar na bola na hora de tentar marcar um gol que não consegue há meses (pobre Souza!!).
Porém este blog não é sobre futebol. É sobre uma série de TV. E estou tentando contextualizar a ação no universo dos seriados. Não me refiro apenas a Lost, embora o show seja um dos preferidos dos corneteiros de séries, mas à toda a coletividade de programas atualmente comentados. E estendo a comunidade blogueira em geral.
Sou do tempo em que assistíamos séries apenas para nos divertir. O produto televisivo era de segunda linha, sabíamos. Não existia nem de longe a profissionalização que há hoje. Basta assistir alguns episódios de Chips, As Panteras, O Incrível Hulk, entre outrtos ícones da minha infância, para perceber a diferença existente entre os roteiros, a produção, as atuações de hoje e ontem. Mas acreditem visitantes com menos de 30: era imensamente divertido.
A safra recente de séries redefiniu o produto: temos grandes produções, atores de gabarito, roteiros fantásticos, narrativas inovadoras. E por outro lado, criou uma imensidão de blogs especializados em encontrar defeitos, denegrir, zombar. E o fenômeno cresce. Porque garante ibope e polêmicas. É a geração cornetas do entretenimento.
Não acho que críticas devam ser abolidas. Longe disto. O senso crítico é a única salvação da humanidade. Mas há grande diferença entre senso crítico e cornetar. Existe um verdadeiro abismo entre os dois conceitos.
A internet é uma ferramenta relativamente nova. Acreditem visitantes com menos de 30, mas eu cursei a faculdade sem ela. Por isso, acho normal necessitarmos de um tempo para adequar seu uso ao bom senso.
Também por isso, espero - e acredito piamente nisto - que o fenômeno tende a esfriar. Este tipo de blogueiro, com o tempo perderá o atrativo, hoje confundido com irreverência. São em esmagadora maioria mal escritos, repletos de termos chulos, agressividade gratuita e gracinhas desmedidas - aposto que muitos assistem os episódios exclusivamente para inventar piadas. E parece que quanto mais o blogueiro for antipático melhor, mais acessos conseguirá, pois além do rebanho que considera o estilo "inovador", ele arrecada um bom tanto de acessos dos fãs que querem defender suas séries.
O modelo de atração é medíocre. Desculpem se ofendo alguém. Mas é muito apelativo, muito pobre. Ter bom humor é tão importante quanto saber usá-lo. Ter senso crítico pressupõe saber aplicá-lo a si próprio.
Claro que também critico Lost - e muitas outras coisas que gosto. Quem acompanha o blog sabe que não gosto do elenco da Dharma, mas não é isto que vai desmerecer todo o trabalho incrível que vem sendo feito nestes cinco anos na série. Além disto, é apenas a minha opinião, não um tratado de verdade universal. Cursei jornalismo, não artes cênicas ou rádio e tv. Sou só palpiteira, não especialista. Tento aplicar um pouco do que aprendi e da minha visão de mundo nas análises. Só isto.
Este post é só um desabafo. Vejo que esta onda cresce e descubro cópias descaradas do estilo corneta depreciadora onde identifico exatamente as mesmas características. (tem um post ao lado do Zero Hora repleto destas referências). Acho extremamente desagradável e socialmente preocupante esta onda de pseudo especialistas sem formação numa verborragia desenfreada, soltando bobagens imensas. E penso comigo: se este indivíduo não consegue ter o mínimo de bom senso para avaliar um simples programa de TV, como consegue refletir sobre a vida? Que bobagens mais podem sair desta mente?

Ter um blog é muito fácil. Hoje qualquer um pode ter espaço para falar o que pensa. O que deveria ser positivo, não está necessariamente se revertendo na criação de uma geração mais crítica e reflexiva. Exprimir-se publicamente requer responsabilidade. Será que não estamos falando demais? Será quem fala demais tem realmente algo a dizer?
Podemos fazer melhor do que isto, não? Temos capacidade para muito mais, não blogueiros? Podemos criar um estilo próprio com atitude, mas sem apelação. Podemos criticar sem ofender, com elegância. Podemos expressar opinões e visões diferentes. E devemos. Mas com frases bem construídas, argumentação lógica que considere o contexto, que não foque unicamente o imediatismo. Sei que este é o lema do momento (mas este é outro papo mais para meu blog pessoal), mas podemos ponderar. E devemos.

Obrigada!

20 de abr de 2009

17 de abr de 2009

O humor contra-ataca

S05E13 - Some like it Hoth



Miles passou pela sessão de terapia mais eficaz da história. Afinal, nada melhor do que poder ver com os próprios olhos como seu pai te tratava na infância para superar um trauma de rejeição.

Some like it Hoth foi divertido. Mais do que isto, foi uma ode à cultura pop representada muito bem pela obra de George Lucas, a qual já tivemos diversas referências (veja o post) durante toda a série.
Mas não foi só isto. Em um episódio leve, como geralmente ocorre após um épico como o anterior, a rede de intrigas da Dharma mostra sua cara, já não tão nobre como parecia. Sim, eles também encobrem mortes, invadem territórios.
Implicância pessoal à parte, a volta a Vila da Dharma, mostrou que estamos prestes a ver o fim da interação dos losties com o pessoal daquele elenco chato (ufa - continuo ressaltando que tirando o Dr. Cheng, a escolha de atores foi catastrófica - detesto Radzinsk caricato, Horace sonso e Phil inespressivo), pois James não conseguirá por muito tempo manter a farsa.

Mas falemos sobre Miles - o personagem é interessante. Muito. E faz um duo perfeito com Hurley. É incrível como os personagens que ingressaram na série na quarta temporada foram assimilados - sinal de escolha certa de elenco. Parece que estão na estória há tanto tempo.
O sarcasmo do caça-fantasmas substitui, de certa forma, a presença de espírito de Sawyer nos seus tempos áureos. E como o golpista, Kate, JAck, Hurley, Locke, Ben e Sun, ele teve problema com o pai.
A situação de Miles, ao se deparar com sua família em uma era anterior é inusitada, delicada e extremamente interessante. Rende uma exploração sentimental profunda. Quem não gostaria de se tornar um observador de sua própria história? E neste ponto eu volto a afirmar que a possibilidade de intervenções no futuro abriria um leque lírico para a estória. Seria bom ter esperança. Pois para os viajantes do tempo, neste momento, a esperança é, como diria o personagem de Morgan Freeman em Um Sonho de Liberdade, uma coisa perigosa. Para não dizer enlouquecedora.

Gostei da atuação de Ken Leung. Foi na medida e passou empatia. E combinada com Jorge Garcia me lembra uma química assim um pouco Walter Matthau e Jack Lemmon em Dois Velhos Rabugentos, guardadas as devidas proporções de gabarito dos atores, claro. Funciona muito e espero que seja explorada também na sexta temporada.

Tivemos ainda algumas pulgas para coçarem nossas orelhas, como a possibilidade de um terceiro grupo - representado pelo pessoal que sequestra Miles no flash - estar em guerra pela Ilha e inquietante pergunta? O que tem na sombra da estátua? É o templo? Mas isto faz parte e deixa a brincadeira mais legal.

Agora resta esperar, pois na próxima semana teremos um especial sobre os Six. Episódio inédito, só em 29 de abril. Pela promo, vem mais uma guerra por aí.

Foi ótimo:

- Hurley reescrevendo o Império Contra-Ataca, com melhorias. E todas as citações sobre a saga e a relação conflituosa entre Luke e Darth Vader. Impossível não reparar como o tema, que é foco das produções de George Lucas, é recorrente na série. Mas aqui, quem representa Vader? Ben Linus? Quer dizer que ainda existe bondade nele - como vimos no capítulo anterior...

Ah - respondam a enquete ao lado, por favor!

14 de abr de 2009

A versátil Elizabeth Mitchell

Na segunda edição da nova coluna, alguns papéis interessantes da maravilhosa Elizabeth Mitchell.
A atriz é formada em artes cênicas e sabe luta corpo a corpo, espadim e adaga!!!



No drama de tribunal Boston Legal.


Em House - a segunda melhor série. A participação foi na primeira temporada. Interpretando uma freira, teve ótima interação com Hugh Laurie. Na trama rendeu um dos primeiros debates religiosos do dr. ateu, o que sempre garante episódios excelentes.


Em Gia, drama sobre a vida de famosa modelo dos anos 80, fez cenas quentes com Angelina Jolie. Não disse que ela era versátil???


Morena no longa Alta Frequência. O filme envolve....viagem no tempo. Mas com intervenção no futuro. É bem divertido. Sempre assisto.


No triller Running Scared.

Mais e mais

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