31 de mar de 2009

Boone Vampiro

O lindinho Ian Somerhalder, o finado Boone, está confirmado no elenco do piloto de um novo seriado sobre vampiros. Vampire Diaries segue a onda iniciada pelo extinto Moonlight.
Ian será Damon, um dos vampiros da série de livros de Alloy Entertainment, sobre uma mulher que se apaixona por dois irmãos vampiros, um bom e um mau. Pessoalmente prefiro esta linha light à overdose de sangue de True Blood.
Depois de Tell me you love me e com mais três filmes a serem lançados, podemos dizer que Lost é mesmo coisa do passado para Ian.
A série deve estrear no segundo semestre.

Losties prestigiam Daniel Dae Kim

A inauguração oficial da lanchonete de Daniel, "The Counter" aconteceu recentemente, com presença de alguns losties. Além de Josh e Jorge Garcia (nas fotos), também prestigiaram o amigo, Michael Emerson e Ken Leung, o Miles.






















Só uma pergunta: quem é a loira peruona ao lado de Josh...Cadê a mulher ciumenta dele???

30 de mar de 2009

Ben Linus

Michael Emerson é um show à parte!!!!

ME - Em Lost eu interpreto um personagem muito misterioso

DDK - Ben Linus

ME - Fale devagar

DDK - Ben lying to us (Ben mentindo para nós)

ME - Exatamente......Fiquem na escola, crianças.

27 de mar de 2009

Os fins e os meios

Lost S05E10 - He´s our you


Pode a compaixão salvar uma alma? Para Sayid não.
Ainda consternada pela chocante visão do tiro à queima roupa em um garoto desprezado, só e espancado pelo pai, a única questão que vale realmente a pena ser debatida sobre este episódio na minha idealista visão de vida é a ação fria do iraquiano perante o jovem Ben.
Acho que os roteiristas nos deram neste incômodo He`s our You a chance de meditarmos se os fins justificam os meios. Saindo fora da discussão sobre inevitabilidade do destino - que me deixa bem depressiva na verdade - o que fica é uma questão que vi ser pouco abordada pelos fãs nos debates: qual o direito de Sayid de tirar a vida de um garoto tão sofrido antes de que ele cometesse seus crimes. Sem sensibilidade para cogitar a possibilidade de ser uma influência positiva na vida de Ben, o assassino preferiu o caminho mais fácil. O que um pouco de compreensão e aceitação não teriam feito na formação do caráter de Benjamin Linus...que agora me parece muito mais vítima do que Sayid.

Fico um pouco decepcionada que este debate ideológico e ético não esteja sendo abordado com tanta ênfase. Adoro quando filmes me proporcionam a chance de questionar idéias, de pensar sobre minha própria vida. Benjamin Button, por exemplo foi parar na mesa de almoço de domingo da minha família: com três gerações reunidas, discutimos a profundidade da mensagem, a riqueza de possibilidades sobre a natureza humana. O debate acabou com a sentença da matriarca, minha avó. Quando questionei a ela se não prefiria ter a sabedoria de 83 anos com o corpo de 20, ela foi categórica: de 40 já tava bom demais!
Acho esta riqueza de levar a mensagem do que nos diverte adiante o grande papel da sétima arte. Foi assim também quando assisti Marley. Saí do cinema soluçando e pensando que preciso entender o ciclo da vida de meus cães. O questionamento estendeu-se à terapia e tem me rendido muito o que pensar.
Nesta ótica, o episódio foi muito profundo, questionador.
Mas foi só.
Logo de cara me aborreci com a matança da galinha. Exagerada xiita vegetariana? pode ser. Mas não gosto quando usam animais para bode espiatório da narrativa. (Parei de assistir Damages no 1º capítulo quando mataram o cão - achei um clichê desnecessário e de péssimo gosto). Serviu apenas para reafirmar o que todos sabiam: o iraquiano é um matador nato. Se o assassinato cometido por Mister Eko quando criança tinha como alvo a urgência necessidade de salvar seu irmão, a ação de Sayid foi apenas um ato de reafirmação diante do pai. Não, não sou especista mesmo.

No mais, a enrolação que repetiu toda a descrição psicológica de Sayid sobrou. Principalmente se levarmos em conta que a série tem apenas 24 episódios inéditos até o final. E não entendi a causa de tanta raiva dele por Ben. Sayid se deixou manipular porque tem sede de sangue, só isso. Nada que justificasse a carga dramática da relação entre os dois, enfocada nos primeiros episódios da temporada.
Também estou aborreciada com a chateação da Dharma: a descrição da sociedade alternativa dos hippies já deu. A única coisa que nos resta saber é sobre a estação Cisne. O resto, passa a régua.
O elenco da Dharma não funciona, não tem carisma. O único personagem interessante é o Dr. Marvin Candle (é este o nome mesmo?) que apareceu pouquíssimo.
Outra coisa, o intérprete de Radzinsk esta exagerado, caricato demais. A estética é toda muito feia: o cabelo do James tá horrível, aqueles macacões que parecem saco de estopa ou de batata são terríveis (eu sei que Lost não é desfile de moda), aquelas barbas nojentas, enfim é tudo muito feio, sem charme.
E o mais importante: estamos perdendo tempo com algo que no meu ver agora não tem tanta importância como a mitologia da Ilha. A Dharma foi só uma chuva passageira na Ilha. Já foi dito que eles pouco entendiam do real potencial do local. Enfim, não vejo a hora da purgação ocorrer. (parece contraditório para alguém que parágrafos acima estava falando tão a favor da vida, mas o que quero dizer é que parem já de explorar o tema e nos contem o que realmente interessa).
Sinto falta da interação dos personagens que realmente gostamos: dos conflitos de Jack com James - que tá perdendo o charme ao tentar se tornar sério - do polígono amoroso, de Locke, Sun, Desmond, Richard, da briga entre Ben e Widmore, Bernard, Rose e Vincent, claro. Até Faraday, Lapidus e Milles, que entraram só no ano passado, mas tiveram muito mais química com a série que estes chatos integrantes da Dharma.

Claro que não vou deixar a série. Lost, assim como o Corinthians, tá no sangue, hahahahaha. Mas se o enfoque permanecer este, vou torcer para a sexta temporada começar rapidinho porque sinceramente: quero minha série de volta.

E hoje, meu único destaque é para o garoto Sterling Beaumon, o jovem Ben. Neto de um grande ator dos anos 30, Martim Beaumon, o garoto tem potencial para ser mesmo um futuro Michael Emerson.

25 de mar de 2009

Sayid e o jovem Ben

A aproximação entre Sayid, muito apagado até então, e o joven Benjamin Linus desperta possibilidades interessantes para a trama.
A primeira hipótese que considerei é o impulso do iraquiano de matar o garoto (considerando que ele não teve contato com Faraday para saber que não se pode mudar o futuro), impedindo assim os futuros crimes e a série de situações adversas causadas pelo futuro psicopata. Mas seria Sayid tão frio a esse ponto? Alguém seria? Você mataria um futuro assassino ainda garoto?
Pode ser fácil afirmar que sim justificando a ato com meio para um bem maior, mas será que conseguiríamos realizar o ato na hora H? Os fins justificam os meios?
Essa é uma discussão filosófica interessantíssima e que vai longe. E eu adoraria ver Lost seguindo esta trilha...

Outra dinâmica bacana, levantada pelo Dan do Episódios Comentados em seu post sobre o capítulo é a possibilidade de envolvimento emocional entre o iraquiano e o jovem. E se Sayid se afeiçoasse a Ben? Poderia ele por meio de uma amizade sincera amenizar ou influenciar o distúrbio psiquiátrico (porque é evidente a existência de um desequilíbrio emocional nele) de Ben?
Pela máxima de que o futuro não pode ser modificado não. Mas vamos esquecer um pouco esse pragmatismo. Vamos viajar um pouco e imaginar que coisa maravilhosa seria poder modificar o presente agindo no passado. Meu lado sonhador insiste que seria legal ter um pouco de fantasia nesse ponto. Oras, se nos dispomos a acreditar (figurativamente) que existe um monstro de fumaça e que os losties realmente fizeram um longo tour pelas décadas, por que não estar disposto a aceitar essa lírica alternativa - desde que utilizada com critério, claro?
Acho que teríamos imensas opções narrativas e dramáticas.

Por enquanto, só resta cogitar, especular e aguardar.

Bom episódio e não esqueçam: voltem aqui na sexta para o comentário de He`s Our You.

Mais Matthew

Matthew Fox tem sido tema de várias revistas. Confira as fotos da matéria que saiu na Direct TV Access Magazine:



Ta bem ele, hein...

Legal

Meu amigo Thiago do http://thiagocineseries.blogspot.com/ ofereceu ao Defenda o selo




Agradeço imensamente, também pela gentileza do Thiago de me considerar Jovem!!!
E repasso aos ótimos:

http://www.teoriaslost.com/, http://anarchyait.blogspot.com/, http://iacobus.wordpress.com/, http://luaresdelilith.blogspot.com/, http://www.episodioscomentados.com.br/, http://foradoarblog.blogspot.com/, http://francineversusfrancine.blogspot.com/, http://infocasa.blogspot.com/, http://seriescom.wordpress.com/, http://www.tdseries.com.br/.


23 de mar de 2009

Tudo em casa


A moça atrás de Sun na foto, uma das sobreviventes do voo 316, é Bethany James Leigh Shady, namorada de Jorge Garcia.

Deve ter sentido...Jack e o relógio















Na cena de Namaste em que Lost confere o relógio, parece ter algo errado com o objeto, não...Possivelmente parado ou atrasado - minha interpretação.

Vasculhando o google, encontrei a seguinte explicação relacionada a relógios e viagens no tempo:
A Teoria Espacial da Relatividade (e, por extensão, a Teoria Geral da Relatividade) permite explicitamente o tipo de distorção do tempo que pode ser ordinariamente chamada de viagem no tempo. A teoria diz que, relativamente a um observador estático (parado), o tempo parece passar mais lentamente do que um que esteja a alta velocidade: por exemplo, um relógio se movendo iria parecer lento, assim que o relógio aproximasse a velocidade da luz, iria parecer que ele quase parou.

Não entendo absolutamente nada de física - daí ter fugido para a área de comunicação - por isso não entendo muito bem o que significa, mas deve ter sentido.

Michelle Rodriguez já desistiu

Michelle em premiere europeia do filme Velozes e Furiosos 4

Michelle Rodriguez, a finada Ana-Lucía, como diziam, sabe tanto quanto nós o que acontece na Ilha. E já desistiu de especular: "Cansei de criar teorias, porque sempre que tenho uma, vem JJ Abrams e a derruba. Vou esperar as respostas, paciente, como o resto do mundo".
Mas Michelle, o legal é ver nossas teorias irem por água abaixo...

20 de mar de 2009

Insights cinematográficos

Duas cenas em especial me chamaram atenção no episódio Namaste comentado no post anterior.


  • A visão da maquete da Estação Cisne, que aparentemente é projeto do chato do Radzinsky me remeteu à aparição da maquete da Estrela da Morte nos filmes O Ataque dos Clones e A Vingança dos Sith, da segunda trilogia de Star Wars. Interpretei como mais uma referência a obra de George Lucas, sobre a qual comento no post Que a Força esteja na Ilha . Como está ocorrendo em Lost, a saga é contada de tras para frente: primeiro conhecemos o futuro para voltar na segunda trilogia ao passado e entender os fatos que construíram aquele futuro. Embora seja apenas um recurso narrativo que uniu as duas trilogias de Lucas, não envolvendo viagem no tempo. Como fã de Star Wars das antigas, tive uma reação em parecida ontem a que tive ao ver a maquete da temebrosa Estrela da Morte nos filmes da segunda trilogia.


Maquete holográfica da Estrela da Morte

Maquete da Escotilha Cisne

  • Outro momento cinematograficamente interessante foi a foto mostrada por Christian a Sun e Lapidus, dos losties na turma de recrutas de 77. Com atmosfera sombria e assutadora, a aparição de pessoas do presente em fotos tiradas no passado me levou imediatamente ao desfecho do filme O Iluminado, de Stanley Kubrick, de 1980 (adaptação da obra literária de Stephen King), quando vemos o alucinado doido de pedra Jack - interpretado estúpida e assustadoramente bem por Jack Nicholson - em uma foto antiga do Hotel Overlook. Medo!!!

Jack/Nicholson em um baile de épocas passadas, no hotel assombrado

Os losties em 1977, eternizados nas lembranças da Dharma

Como uma onda

Namaste - S05E09



Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia. O verso de Lulu Santos representa com perfeição o episódio desta semana. Três anos pode não ser tempo para se esquecer de alguém totalmente, mas com certeza pode criar um abismo emocional. Muito do que foi compartilhado ficou para trás, e se antes as dificuldades em comum os uniam apesar de tantas desavenças, hoje (ou ontem, lá em 1977) outros momentos se sobrepõem aos laços, deixando saltar aos olhos as mágoas e ressentimentos.

O retorno dos six nunca pareceu tão desnecessário como agora. Isso deixando pra trás preferências pessoais sobre personagens ou casais. Ficou claro que o momento esperado por James se tornou um problema, uma ameaça. E para nós, audiência, fica longe uma explicação do porque real da extrema necessidade de reunião do grupo. Mais separados do que nunca, conseguirão reatar a convivência deixando para trás o sorriso amarelo da foto da turma de 77?
Para James foi a hora da revanche. Ficou bem clara a mágoa guardada durante três anos por terem sido deixados para trás em uma situação onde a sobrevivência foi mais ameaçada do que nunca. Apesar de ser merecida, fazer todo sentido do mundo e de ser aguardada por todos os fãs desafetos de Jack, confesso que tive pena do médico. Em todas as estórias mostradas de sua vida, me pareceu um dos únicos momentos em que Jack foi realmente questionado sobre sua postura, em que sua pose de herói deu lugar a fragilidade emocional que o persegue desde a infância.


Hurley mostrou ser o único elo ao passado dos losties, do tempo em que acampavam na praia e sua única preocupação era o monstro de fumaça (como se fosse pouca!!). Para mim, especialmente, foi a única referência à série que aprendi a amar. O persongem de Jorge Garcia, como já mencionado na série, é mesmo uma verdadeira rocha!
Tudo parecia tão diferente, tão distante...E acredito que essa tenha sido a intenção e faça sentido na narrativa. Porém, para alguém não muito afeita a mudanças, é preciso tempo para se acostumar.
E não é para menos. Como encarar um Sayid tão desarmado e vulnerável, por exemplo? Aliás, nesta quinta temporada, dá para contar nos dedos o número de frases que ele pronunciou. Tudo bem que seu encontro final com Ben adolescente foi o clímax do episódio e abriu diversas possibilidades. Será que o iraquiano, por mais frio e calculista que seja, terá coragem de tentar matar seu futuro inimigo ainda tão jovem?
Pelo que sabemos até o momento, o futuro não pode ser mudado. Porém, essa premissa, embora seja totalmente coerente com a ciência, me deixa frustrada. Gostaria que fosse quebrada, claro que não aleatoriamente e desregradamente como em De Volta para o Futuro e Efeito Borboleta..Mas gostaria.
Porque tudo parece caminhar para um desfecho trágico, não acham? Se os Six devem estar naquela época porque algo acontecerá envolvendo todos eles (ao menos é a única possibilidade em minha mente) e a inevitabilidade do destino prevê a purgação, não acho que teremos nada glorioso para o futuro dos losties no passado...
Paralelo a estranha sensação de que Lost quebrou seu próprio paradigma (não que isto seja negativo, ou positivo neste momento), no presente tivemos a ótima cena do pouso de emergência e a confimação de que Sun está mesmo longe de Jin 30 anos.
A sempre boa presença de Ben e o encontro com Christian foram os pontos altos (falo mais deste logo).
Vou confessar: não me apaixonei de cara pelo episódio. Não que tenha sido ruim. Foi diferente, estranho, desconfortável. Mas isto é mais uma reflexão pessoal da minha natureza e postura de vida. Não gosto de rompimentos, de mudanças bruscas. E este Namaste, mais do que todos, ilustrou o grande rompimento com o passado da série de clima jovial e aventureiro. As crianças cresceram.

Pitadas:

  • Está sendo interessante e instrutivo conhecer de perto a Dharma.

  • Jack conhecer Pierre Chang foi altamente emblemático para representar o encontro entre passado e presente.

  • Radzinsky é um cara muito chato, não? Compete com Pickett (o gordinho que batia no Sawyer) em matéria de ser insuportável. E olha que ele só apareceu em poucos momentos de um só episódio.

  • Ethan é filho de Horace, que morre na purgação. Aparentemente, mais um filho que mata o pai em Lost.

  • Por que Sun não voltou com o grupo para 1977? Meu marido tem uma teoria de que ela pode aparecer ainda criança na Ilha com o pai, que tinha negócios com a Hanso Foundatian. Pode ser, não... Aliás, o casal sofrido este hein???

Aterrorizadora a cena de Sun e Lapidus com Christian. Alguém viu aquela mulher atrás da Sun logo após a porta da casa se abrir sozinha?? (falo mais sobre esta cena no próximo post).

  • E o Faraday? Desconfio que ele se isolou do grupo para evitar falar com Charlotte.

  • O voo 316 pousou na pista construída com trabalho forçado de Kate e James.

  • Repito: sinto falta de Rose, Bernard e Vincent...

18 de mar de 2009

Namaste...até amanhã

É hoje o retorno de Lost após duas intermináveis semanas.
O episódio Namaste, mais do que mostrar o reencontro dos Six (Kate, arghh!) com os agora felizes e adaptados deixados para trás, tem como grande atrativo a possibilidade de ser uma verdadeira aula de mestrado sobre a Iniciativa Dharma - ao menos é o que eu espero sem ler spoilers.

Como sempre, só assistirei o episódio na noite de quinta. Então, volte aqui na sexta que conversamos mais, ok!
Bom episódio a todos.

Bem na Foto

Ensaios fotográficos de alguns atores de Lost. De hoje e de ontem...

Josh Holloway





Yunjin Kim






Maggie Grace




17 de mar de 2009

Daniel Dae Kim empreendedor

O intérprete de Jim resolveu ingressar no mundo do fast food. Daniel juntou-se a cadeia havaiana de restaurantes DK Kodama e abriu o ‘The Counter’ em Honolulu, lanchonete onde os comedores de hanburguer poderão montar seu próprio lanche entre mais de 300 possibilidades...
Dizem que Josh Holloway, grande amigo de Daniel, já deu as caras por lá.

Boa sorte, mas sorry, Daniel. Eu não vou te prestigiar. Sou vegetariana...

16 de mar de 2009

Sonya Walger em evento beneficente

A linda Sonya Walger, a Pen, participou de noite beneficente. O evento Children Mending Hearts, aconteceu na Califórnia e angariou fundos para o Corpor Médico Internacional.

Evy no cinema

O novo filme de Evangeline Lilly The Hurt Locker (ainda sem título em português) estreía em breve nos EUA e, esperamos, por aqui também.
A história de guerra mostra soldados de elite dos EUA durante a invasão do Iraque. O elenco conta também com Jeremy Renner, Guy Pearce, Ralph Fiennes, Anthony Mackie e David Morse.


Evangeline Lilly en "The Hurt Locker" (Español)
Enviado por ByCarLost

Lost é a Cultura de Convergência

A edição de março da revista Superinteressante traz uma entrevista com o professor de Ciências Humanas e fundador do programa de Estudos de Mídia Comparada do MIT -Massachusetts Institute of Technology - Henry Jenkins sobre Cultura de Convergência.
Explicando as mudanças atuais na comunicação que estão já revolucinando o modo de produzir e acompanhar conteúdo em todo o mundo, o professor cita Lost como o melhor exemplo da tendência onde as histórias e informações são narradas por vários tipos de veículos em mídias diferentes, a Cultura de Convergência.
Segundo o professor, as mudanças apontam para um mundo onde as histórias passam por veículos como TV, cinema, internet, celular, videogame, etc. E o fluxo da narrativa é moldado tanto por decisões tomandas pelas companhias que produzem o conteúdo quanto pelos indivíduos que o recebem. Na prática, há uma espécie de fluxo como: "o que é produzido pela tv, será reeditado e distribuído pela internet, onde as pessoas vão falar sobre isso em fóruns, vão escrever elas próprias novas histórias em cima da trama. O conteúdo original é apenas o pontapé inicial para novas experiências. E isso não é necessariamente um dano, é na verdade um processo sem o qual a história pararia de ser difundida e morreria. Assim funciona a cultura participativa", explica. "Isto gera um envolvimento maior porque queremos nos aprofundar, descobrir curiosidades e desvendar mistérios quando nos interessamos pela trama", - completa. Uma alusão a um universo bem familiar ao fã de Lost, não...
Com o público não sendo mais apenas o receptor de informações, mas também um transmisor do conhecimento é preciso que os modelos de negócios, gestão e distribuição de comunicação sejam revistos. Taí as polêmicas envolvendo legenders, downloads, etc...É primordial que a indústria do entretenimento entenda que nada será como antes. É um caminho sem volta.
Henry situa Lost no centro deste movimento revolucionário: "A série, desde o começo, já previa a difusão da trama por várias plataformas. Não por coincidência, essa é considerada a série mais famosa da última década. Lost é livro, game, episódios para celular. Se você apenas assistir à série, você vai consumir pouco do que Lost realmente é".

E o legal é sabermos que nós: blogueiros, comentaristas ou visitantes anônimos, somos todos parte desse movimento revolucionário da democratização da cultura.

15 de mar de 2009

Crossovers...

O site Buddy TV sugere algumas inclusões interessantes dos personagens de Lost em outras séries.
Como a África do Sul tá logo ali e 2010 também, pode ser uma boa forma de manter o pessoal empregado...

Sayid em 24 Horas

James Sawyer em Prision Break

Milles em Ghost Whispper

Locke em Heroes

Jack em Grey´s Anatomy - (faria um ótimo par com a chata da Meredith)

Claire em Beverly Hills 90210 (ou Barrados para os da minha época)

Charlotte em House (para descobrir a causa da hemorragia cerebral)

Charles Widmore em O Aprendiz (esta é ótima. Ele daria um chute na traseira do Justus, aposto)

Ana Lucia em Lei e Ordem


Veja outras no site http://www.buddytv.com/slideshows/28-lost-crossover-ideas-74648.aspx

13 de mar de 2009

Na falta de....

Na falta de notícias novas (que não sejam spoilers, evidentemente) sobre Lost neste breve hiato que nos enlouquece, vale uma piadinha, vai...

Sou corinthiana, mas tenho bom humor
E já aviso que em 2010 esse vídeo vai estar fora de contexto, já que o ano do centenário e da temporada final de Lost promete! R9 não é número maldito, mas vai mudar a história.

12 de mar de 2009

Trivia Lost


Quem curte joguinhos de perguntas e respostas pode se divertir com este apanhado de conhecimentos sobre Lost. Tem geral e dos personagens. É em inglês, mas é possível entender com um curso básico do Fisk. Nada muito complicado...

Aqui

Fica a torcida para que um dia alguma companhia de brinquedos lance o Master Lost...Aquele de tabuleiro, pra jogar comendo pizza...

11 de mar de 2009

Josh de chinelão...

Mais fotos de James. No mundo real.


Mais fotos aqui. Inclusive, com a mulher. Mas eu não sou obrigada a postar, né...hahahahaha!

Saturn Awards - 12 indicações para Lost

Lost é o grande destaque da 35ª edição do Saturn Awards, premiação da Academia de Ficção Científica, Fantasia e Terror nas categorias:
Melhor Série de TV,
Melhor Ator, com Matthew "Jack" Fox
Melhor Atriz, com Evangeline "Kate" Lilly - (Hã??)
Melhor Ator Coadjuvante, com Henry "Desmond" Ian Cusick, Michael "Ben" Emerson, Josh "James" Holloway
Melhor Atriz Coadjuvante, com Elizabeth "Juliet" Mitchell, Yunjin "Sun" Kim
Melhor ator convidado, com Alan "Widmore" Dale, Kevin "Keamy" Durand, Sonya "Pen" Walger
Melhor DVD de série de TV para o box da quarta temporada.


Nada mal, não...Só senti falta de Terry O'Quinn. Mas o prêmio é para a temporada passada. Se fosse nessa, não tinha desculpa para esquecer o cara depois de sua antológica atuação em Vida e Morte de Jeremy Benthan...

A entrega dos prêmios acontece dia 25 de junho.
Confira a lista completa aqui

Mais e mais

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