26 de fev de 2010

O Farol

O tal farol, título do episódio, surpreendeu por estarmos sendo apresentados a novas instalações da Ilha neste momento final.
Como muito do que lá existe está remetendo à cultura do antigo Egito, lembrei imediatamente do Farol de Alexandria, uma das sete maravilhas do mundo antigo.
Deve ser apenas mais uma referência, bastante curiosa, por sinal..

O farol de Alexandria era uma torre construída em 280 a.C. na ilha de Pharos (daí a origem do nome Farol), situada na baía da cidade egípcia de Alexandria. Foi feito para para ser um marco de entrada para o porto da cidade e posteriormente, se tornou um farol. Considerada uma das maiores produções da técnica da Antiguidade, era sustentado por uma base quadrada, onde erguia-se a torre octogonal de mármore, com uma altura que podia estar entre 115 e 150 metros de altura (equivalente a um prédio de mais de 30 andares). Por mais de cinco séculos manteve-se entre as mais altas estruturas feitas pelo homem.
A iluminação era feita por uma uma chama que, através de espelhos, iluminava a uma distância de até 50 quilômetros – daí a grande fama e imponência daquele farol, que fizeram-no uma das sete maravilhas do mundo antigo. O efeito era tão grandioso que, segundo relatos da época, era como se um sol brilhasse a noite.
Por mais de cinco séculos, o Farol guiou todos os navegantes num raio de 55 quilômetros da antiga cidade egípcia. Começou a ruir no século IV, quando terremotos e deslizamentos tragaram boa parte de Alexandria, acabando com o brilho da “cidade dos mil palácios”.
Em 1994, um time de arqueológicos mergulhadores, por meio de sofisticados equipamentos, localizou sob as águas de Alexandria grandes blocos de pedra e estátuas do farol.

Existirá algum tipo de ligação entre as duas torres?

Oh trio bonito!

Eles são indiscutivelmente lindos. E estarão em ensaio fotográfico na próxima edição da Vanity Fair.





A dica veio do Café com Cuca.

Lost Untangled - Lighthouse

Tem gente tão mala que analisa e critica até o Lost Untangled! Menos, né...

25 de fev de 2010

Lighthouse - s06e05

Talvez a redenção de cada um dos perdidos que amamos possa ser encontrada facilmente fora da Ilha. Foi esta a lição deste episódio, onde Jack parte para a resolução de seus conflitos familiares na realidade paralela, onde tem um filho. Sem ação de Jacob, a vida de de todos é realmente muito mais fácil. Irônico,não?

Jack sem Ilha é um cara mais ameno, menos estressado. Tem problemas, mas lida melhor com eles. Tem um filho e apesar do histório relacionamento conturbado com seu pai, consegue consertar o ciclo vicioso comportamental com o garoto. Não precisou ser testado de mil formas torturosas, com segredos incessantes sobre todos os atos para viver uma redenção bela de ser vista.
Na Ilha, a influência de JAcob continua se mostrando torturante para todos. Temos a pobre Claire completamente perturaba depois de seu mais uma vítima dos fanáticos seguidores do líder. Acho bem peculiar a postura dos Outros: se não for da sua "turma", está tomado pelo mal. Qualquer semelhança com fanatismos religiosos mundo afora não deve ser mera coincidência.
Foi uma percepção errônea minha ou realmente Jin iria soltar o Outro para que ele matasse Claire? E por que Hurley segue cada palavra sem nexo que Jacob diz sem questionar nada? PArece que alguns dos losties estãos mais passíveis da dominação doentia da seita de Jacob...Ou será que só o JAck tem a lucidez de se revoltar com ações tão despropositais daquele povo estranho?
Aliás, grandes atuações de Matthew Fox e Emile de Ravin. Matthew conseguiu diferenciar os dois Jacks com sutileza. E Emile transformou Claire em uma alma atormentada pela solidão e pelo medo com maestria.

E com o mistério dos números resolvidos, abrem-se brechas para outras respostas que os impacientes cobram tão veementemente.
Temos as peças uma a uma disperçadas capítulo a capítulo, prontas para serem arrumadas e fazerem sentido. Só não vê quem não quer. Ou tem visáo fraquinha, fraquinha!

E quem seria a mãe do filho de Jack? Achei que estava viajando de pensar em Juliet, mas já vi por aí que não fui a única com este pressentimento.
Locke Vader, Claire e James estão formando um time. Ou será que o ex golpista foi, de alguma forma, incorporado no antagonista de Jacob.
E mais uma vez: odeio Jacob. Odeio mesmo!

23 de fev de 2010

Na Rolling Stones

Lost será assunto na edição de março de uma das revistas mais conceituadas da cultura pop.

Novos bonecos

Mais uma leva de bonecos que deve chegar ao mercado - ao menos o de lá...





20 de fev de 2010

Da EW


Emile de Ravin avisa que Claire estará muito, muito diferente em vários aspectos.


Matthew Fox sobre o conceito Sideways: "Você realmente tem a sensação de que o programa está chegando ao fim e que os Sideways, de algum modo, vai ter um papel importante no fim".

18 de fev de 2010

O Substituto - s06e04

Psicologicamente, Lost é um laboratório de complexos e frustrações. Eticamente é sempre ponto de partida de discussões. E filosoficamente, não deixa a desejar em polêmica.
A grande questão atual é quem é do bem e quem é do mal. Mas será simples assim? Locke Vader representa o lado sombrio da força? E Jacob é o mocinho cheio de boas intenções que tenta defender seus pupilos do mal sem a decência de explicar por que?

Os seguidores de Jacob sempre me pareceram mais um bando de fanáticos crédulos de um clube fechado. E violentos. Os Outros atiram sem piscar. Capturam sem questionar. Parecem sempre agir sem discerimento, seguindo ordens superiores. Estão mais para uma uma seita do que um projeto de comunidade que eu gostaria de estar, já que o livre arbítrio de Jacob soa como hipocrisia religiosa do tipo: "olha, deus te ama. Não impõe a vontade, mas você vai fazer o que ele quer porque é assim que tem que ser!?!".
Talvez sejam mesmo os bonzinhos, como dizia Ben, e tenham um bom motivo para aquilo. Mas por enquanto, entendo a disputa Jacob x Locke Vader como algo entre a liberdade, mesmo que para estar do lado errado e o condicionamento cego de um talibã.

Seja como for, o Locke que conhecemos na Ilha realmente foi enterrado. Porque o que está na realidade paralela, é mais atormentado e sem propósito. E curiosamente, parece não ter um passado tão desgraçado, apesar da deficiência física. Está noivo, tem bom relacionamento com o pai - que não deve ter roubado seu rim. Enfim, ele teria mais motivos para ser o homem de fé que era na realidade que conhecemos. Ou será que o excesso de desgraças na vida aumenta a possibilidade de ser crente? É só uma indagação?
Triste fim do Locke de fé, que teve no seu assassino o orador do seu funeral.
Abro aqui um aposto para ressaltar Michael Emerson, que mesmo com poucos minutos de participação nos dá um dos melhores momentos do episódio lamentando por tê-lo matado em pleno enterro. E pareceu sincero.
Emerson merece cada diálogo bizarro que os roteiristas escrevem para ele. Como merece!
O melhor respaldo desta bizarrice toda é que teremos Emerson e O'Quinn contracenando novamente no mundo aparentemente melhor para todos - inclusive Hurley - em que o psicopata Benjamin Linus é um professor de história...Onde a amizade dos dois os levará fora da Ilha?
Claro que a aparição de Ben e Ethan no mundo paralelo nos deixa repletos de indagações sobre o que ocorreu, como saíram de lá, se é que um dia chegaram a estar na Ilha. Mas realmente, mesmo a esta altura, não me importo nem um pouco com perguntas. Isto é se Lost. Ame-o ou deixe-o.

Tivemos ainda o envolvimento de Locke Vader com James, o totalmente jogado ex golpista e ex chefe de segurança, que, coitado, deve estar se perguntando o que faz da vida agora.
Os argumentos do interlocutor podem não ser todos verdadeiros, a ideia central pode estar distorcida. Mas a esta altura, quem quer ser o substituto na defesa da Ilha do Terror assombrada por garotinhos loiros? Quem aguenta mais ser sequestrado e encapuzado pela Ku Klux Klan da pedra branca?
Ah, eu também iria para o lado negro da força. Ah se iria!

Aposto final - só eu me assutei com o molequinho estranho? Sinceramente, não tenho ideia de quem seja. MAs achei a vestimenta dele muito parecida com a que Locke usava lá pelas primeiras temporadas.

11 de fev de 2010

What Kate does - s06e03

Primeiro, desabafo:
Blogo por prazer de falar sobre algo que me encanta. Porque é legal trocar idéias sobre Lost, conjecturar sobre os mistérios e analisar o desenvolvimento psicológico dos personagens. Antes, a primeira coisa que eu fazia após o episódio era correr para a net para ver se alguém tinha entendido algo diferente na trama, se tinham percebido detalhes que perdi. Hoje, sinceramente, entrar nos blogs e fóruns, em sua maioria, virou um saco, com o perdão do termo.
No geral, perdeu-se a essência do debate em torno de teorias, detalhes, personagens. O que se lê são críticas desconfortantes para quem tem na série um grande prazer para aliviar o estresse do dia a dia, do trabalho, do mundo real. De repente, formou-se um oceano de críticos de tv. Onde estudaram não sei. Onde se aprofundaram em técnicas, muito menos. Talvez seja reflexo de que minha idade não acompanha a onda ranheta da geração que inundou a net de sites de séries, mas sinceramente, depois de ontem, quando curti o episódio e vim cumprir meu ritual, passo a contar nos dedos de uma mão, onde passarei para ler sobre Lost.
Não se trata de desrespeitar opiniões. É que simplesmente, não tenho paciência para os impacientes. Os palhacinhos já abandonei há tempos.
Não confundam senso crítico com intolerância e ranzinzisse. Não percam tempo com o que desagrada. Não se apeguem em despropósitos.
Pena que esta força detonadora da blogosfera – não falo só do blogueiro, mas dos internautas interagentes, não seja usada para meter a boca nos políticos, nos preconceitos, nas vulgaridades, na falta de valores, etc.
Dito o que estava engasgando, vamos ao que interessa. Para quem sabe curtir.

O que Kate faz todos sabemos. O que este episódio mostrou foi uma Kate percebendo exatamente que esta redundância de personalidade que não a levou a lugar algum. Enquanto em 2004, ela mantém a postura, o que nos mostra que talvez seja um caminho que ela percorrerá novamente, na Ilha, a fugitiva sente que perdeu James, a quem talvez nunca tenha tido.
O questionamento de Jin: e você, Kate, com quem se importa? foi a pergunta que sempre soou em qualquer atitude dela. Voltando para Jack, voltando para James, Kate fugia dela mesma. E nesta, além de ganhar desafetos e magoar muitos, perdeu a oportunidade de ter paz.
Ficou claro o fim de qualquer possibilidade de um relacionamento com James. Não é apenas pela minha amiga Jate querida, a Lilica, mas realmente, acredito que Kate tem no amor de Jack a redenção. Como Juliet foi para James, Jack representa valores que a fugitiva precisa vivenciar.
E se tratando de perdas, ganhos e redenção, James sofre como nem ele imaginava a perda de Juliet. Foi tocante a atuação de Josh, assim como a conversa dele com Kate. Ali mais do que nunca, foi o ponto final. Um ponto repleto de remorso, culpa, arrependimento. Das duas partes. Foi uma bela cena, daquelas que faz Lost ser um drama de personagens, além de uma série revolucionária. Ainda bem.
Na realidade paralela, Kate e Claire se conectam. Surge uma empatia, apesar do começo turbulento com seqüestro e tudo. Seria sinal de que todos eles se cruzarão? Todos estão destinados a se relacionarem? Onde as variáveis os levarão? Cometerão os mesmos erros e se encontrarão repletos de culpas dali três anos como acontece com Kate?
Quem também padece de culpa é Jack. Voltando a aparentemente se proteger pelo riso irônico, o médico parece arrependido do salto de fé. E caminha para realizar ações sem saber como medir as consequências. Você confiaria nos moradores do Templo? Difícil.
E falando em Outros, o novo líder apresentado a nós nesta temporada: Dogen, interpretado por um ator que gosto muito,Hiroyuki Sanada, de O Último Imperador, aparenta ser um personagem importante. Se tem boas ou má intenções, não sei. Mas tem carisma, teve equilíbrio ao compor o personagem e promete render bem.
Ainda tivemos reintroduções de mistérios: a infecção e o desaparecimento de Claire. Mas sobre isto, o Paulo vai falar depois. O que ficou claro é que estão construindo o caminho para a linha de chegada. E é muito bom ter certeza disto. No mais, falem o que quiser, Lost é muito bom e vai fazer falta ano que vem.

10 de fev de 2010

What Kate does

Amanhã comento detalhadamente.
MAs destaco já:
- Interessante reintrodução de questões abertas.
- Novo personagem carismático e importante.
- Retornos.
- Foco nos conflitos emocionais dos personagens, um dos grandes trunfos de Lost com atuações excelentes.
- Uma nova equação com variáveis que convergem para os mesmo resultados.
- "Claro que ele não está morto, é um torturador que atira em crianças, por que não teria de uma nova chance?", James, fantástico!

Hei, críticos "profissionais" de plantão: temporadas de seriados têm introdução, desenvolvimento e ápice climático para o desfecho. Tomem um prosaquinho, umas doses de tequila e relaxem. Ano que vem não tem mais, então curtam a viagem!

LA X - AXN

Para quem curtiu o episódio ontem pelo AXN. Comentários aqui

9 de fev de 2010

Propaganda de cerveja inspirada em Lost

Foi ao ar no Superbowl, domingo, lá nos EUA.

Vídeo interessante

Quem assistirá a estreia de Lost hoje no AXN, cuidado! spoilers abaixo








8 de fev de 2010

Mitologia Hindu: mais um ingrediente no bolo

Nem só de mitologia egípcia vivem os mistérios de Lost. Ao conhecermos o templo, deparamos com indícios de elementos também da mitologia Hindu.
O fato é claro nas estátuas visíveis no local que representam a trindade do ciclo do universo: criação, conservação e detruição, representados pelos deuses Brahma, Vishnú e Shivá.
A mitologia Hindu é uma das mais antigas do mundo, remontando talvez de 8000 anos, originada no Vale do Indo - atual Paquistão.
É interessante notar que nesta linha, há ausência de um princípio do mal único. LO hinduismo tem muitos deuses, que são manifestações de um Deus Único, atribuindo a elas poderes tanto de destruição como de criação, tanto de morte como de vida. Não existe, portanto a imagem de uma figura central do mal, sem nehum indício de dualismo.

Fonte
Também

5 de fev de 2010

Maratona Lost no AXN - 5º temporada

Porque nunca é demais rever Lost...

Exibição da 5º temporada completa no AXN

6 de fevereiro, sábado - 9h às 16h30

7 de fevereiro, domingo - 9h às 17h30

Lost Untangled s6 e01/02

Super explica conceito da temporada

Em edição de abril de 2009 a revista Superinteressante, que parece ser também fã de Lost, publicou matéria sobre viagens no tempo, o tema da 5º temporada. Em meio aos gráficos, há um ótimo esclarecimento sobre o que acontece agora. Confira:








4 de fev de 2010

LA X - Segunda Chance

O que foi e o que poderia ser.
A incrível chance de viver duas vezes a mesma vida e poder optar por diferentes escolhas é o mote desta que será a última temporada da série que mexeu com nossos nervos, nossa imaginação e colocou tantas indagações em nossas mentes.
É um caminho fantástico. E uma opção ousada de narrativa, como haviam explicado os produtores. Da mesma maneira que parece ter agradado, poderia ter sido desastrosamente desaprovada. Por bem, foi colocada em prática de forma brilhante e o público em geral teve mente aberta para absorver as possibilidades.

Combinei com meu parceiro Paulo de comentar relações e personagens. Tarefa que se mostrou duplicada após ver o episódio de estréia LAX: tudo será em duas dimensões, dois olhares. Temos os personagens com oportunidades desmembradas de vida. O que aconteceu, aconteceu. Mas o que poderia ter acontecido também se tornou real, já que temos uma realidade paralela, não alternativa (flash sideward). Ou seja, está acontecendo. É real. Sensacional!

Jack pareceu me diferente em ambos os universos. No avião que aterrissou em Los Angeles, ele parecer o único a sentir algum efeito do bizarro acontecimento. Parece ter sensações diferenciadas dos outros. Mantém a postura pró-ativa e salva Charlie (aliás, torci para ele morrer de novo). Mas algo está diferente do médico que conhecemos na segunda temporada. Ele parece mais sereno, mais receptivo. E em uma cena linda, se oferece para avaliar o caso de Locke, que voltamos a encontrar paraplégico. Seria um ato natural do Jack daquela realidade ou um efeito do remorso que o Jack da Ilha sente pela morte de quem tanto confrontou?
Perdido continua o dr. Shepard da Ilha, aliás. Arrependido, humilde e desarmado. Seja como for, prefiro estas novas versões do Jack àquela da terceira e quarta temporada.
James volta a ser Sawyer. E Josh deu bem conta do recado para interpretar as duas facetas do ex/atual golpista (que confusão!!!). Sarcástico e aparentemente sacana, o Sawyer do avião é a versão divertida e irreverente que se tornou tão popular em Lost. Na Ilha, ele é um caco. Está despedaçado, amargurado, arrependido, perdido, dolorido. É de dar dó. O que acontece com alguém que perde a referência – no caso, Juliet – de tudo o que pode ser bom na vida? Amargura. Como já disse Ben: se sua dor se tornar raiva, nunca irá embora. Acho que este é o caso do James.
Se o James da Ilha parece ter perdido a chance de felicidade, o Sawyer de Los Angeles tem um mundo de possibilidades. Inclusive a de encontrar Juliet, que com a Ilha afundada (o que foi aquilo!) deve estar levando sua vida em Miami. O aparentemente convite para um café deve ser indicativo de que algumas coisas se repetem. Ou será que todas?
(Sobre a morte de Juliet – me recuso a comentar: brincadeira de mau gosto! Quando já tinha me conformado com a saída dela da história, surge uma esperança rapidamente trucidada naquela cena desesperadora de tão triste).
E Kate continua Kate. Em Los Angeles ou na Ilha, ela não mudou as listras. E não que isto seja necessariamente bom.

Locke. O tão sofrido Locke pode ter a chance de voltar andar pelas mãos de Jack. Se o da Ilha teve um fim patético, podemos ter esperança de que John se encontre fora dela. Seria uma ironia..Mas é exatamente esta possibilidade de termos resultados positivos a partir de circunstância totalmente impensadas da segunda chance que torna fascinante esta abordagem de realidade paralela.
E se a Ilha perdeu Locke, sua forma passa a ser a morada do misterioso inimigo de Jacob, ou o tal monstro de fumaça. Surge mais um personagem forte, que dominou até o rei da manipulação Benjamin Linus e que parece ser o grande centro nervoso de tudo nesta temporada.
Pessoalmente, simpatizei com ele. Não somente por tender sempre a gostar mais dos bad guys, mas porque acho Jacob uma farsa. E ele parece ser o único disposto a desmarcará-lo.
Explico: Jacob me parece um manipulador sonso que brinca com o destino das pessoas, leva pra Ilha quem ele quer, se suporta em um bando de fanáticos violentos. Tudo fazendo apologia do livre arbítrio...Me soa bastante hipócrita. Por isto não acho que existe lado do bem ou do mal. São dois lados da mesma moeda. E só.
E menção honrosa para Terry O’Quinn, simplesmente perfeito na interpretação dos dois personagens.

E Lost voltou. Desta vez pela última vez. E dói dizer isto. Porque a série consegue se renovar a cada ano e nos hipnotizar sempre.

E o fim já tem data: 23 de maio.

3 de fev de 2010

Muita calma nesta hora

Pessoal,
Infelizmente não tenho como comentar os episódios já no dia seguinte da exibição nos EUA...
Mas paciência é uma virtude. Então peço que voltem aqui amanhã por volta deste mesmo horário e prestigiem este humilde espaço!
Este ano, eu e meu parceiro Paulo dividiremos as análises focadas em personagens/relações e mistérios/ mitologia.
Aguardem!

Enquanto isto, passa lá no Toon Séries e confere a semana Lost com novos personagens e releituras, como esta do Sawyer LaFleur. Tá show!

Para relembrar, visite o guia de perfis que o Paulo preparou.

Mais e mais

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