12 de jan de 2010

Várias

Michael Emerson e Terry O'Quinn formam uma das melhores duplas do entretenimento atualmente. A interação entre os dois é algo fantástico, tão bacana como não se via há tempos...Diria desde que Jack Lemmon e Walter Matthau nos deixaram. E digo isto já faz tempo...
Em entrevista recente, os dois mostraram o quando estão afiados
Emerson contou que o primeiro dueto importante aconteceu quando a escotilha foi fechada: "Você tinha que correr, correr sob o portão de segurança. Deus! O que foi particularmente importante, segundo O'Quinn: "As cenas foram emocionantes e a ação foi uma recompensa. Foi nesse episódio em que estabeleceu uma relação de trabalho.
Michael lembra que se juntar ao elenco durante a segunda temporada foi intimidante.
O que Terry suaviza: "Não pareceu. Michael chegou e impressionou a todos".
Sobre o conflito entre os dois personagens, Terry esclarece: "Como John Locke, nunca vi alguém como um inimigo, a menos que tentasse me impedir de fazer algo. Mesmo assim, eles não eram inimigos. Havia apenas obstáculos. Ben era um obstáculo, por vezes, e às vezes ajuda ... Mas fez coisas como atirar na minha barriga".
"John Locke sempre quis respostas. Benjamin Linus sempre teve respostas, ou dava a impressão de tinha. Então, houve alguma economia de informações entre eles. Mas agora algo mudou na série. Eu não sei onde estamos agora", complementa Emerson.
Os dois ainda falaram sobre o fim da série. "Não tenho pensado coisas como: Esta é a última vez que eu filmei aqui, esta é a última vez que eu segurar esta arma ...", "Esta é a última vez que mato Locke", responde O'Quinn. ou "Esta é a última vez que cuspo sangue!", emenda Michael.
E que bom: os dois gostariam de voltar trabalhar juntos: Uma relação de trabalho tão fluida coimo tenho com Michael não é comum. Uma vez que Lost acabe, pedirei a alguém que escreva algo para nós", garante o intérprete de Locke. E o ganhador do Emmy do ano passado assina embaixo: "Não acho que será a última vez que atuamos juntos"
Muito, muito legal isto!

Outra:
Parece que o inevitável já está sendo pensado. Executivos da Disney já pensam em uma estratégia para longo prazo para "Lost", além da sexta temporada.
Claro que uma franquia tão poderosa e rentável não deveria ser abandonada facilmente pelos homens do business. A curto prazo, isso poderia significar romances e quadrinhos de "Lost", além da expansão dos mercados com jogos, distribuição digital, remasterização dos DVDs e até mesmo a criação de um parque temático.
Mas a coisa não pára por ai. A longo prazo pode render uma nova versão do universo "Lost", com histórias novas e novo elenco. Algo como "Lost: A próxima geração".
A promessa é da manutenção da "integridade" da franquia, mesmo com os produtores executivos Damon Lindelof e Carlton Cuse fora, pois eles já afirmaram categoricamente serem contra a ideia.
Um projeto sem Carlton e Damon é de dar medo. Porém gostaria de ver outros ângulos, que talvez surjam nesta temporada. O que eu adoraria mesmo é ver um filme para telona. Mas com a mesma equipe e atores, claro.

Ainda: Obama é mesmo o máximo! Disse o porta voz da pesidência: “Eu não vejo a possibilidade de um cenário onde milhões de pessoas que esperam pela temporada final de Lost sejam contrariadas pelo presidente. Seria um grande problema para a ABC, portanto o discurso será adiado.”

Um comentário:

Adelson Smania disse...

Oi, Ka!

Muito bacana este artigo. Realmente a dupla Locke e Ben foi responsável por grandes momentos de Lost! Vibrei ainda mais quando os vi junto com Richard Alpert. Grande momento!

Agora, tenho medo de qualquer coisa que dê continuidade a Lost. Algo que me agradou desde o início foi o fato de ser algo finito e planejado. Diferente de muitos seriados que se arrastam por anos e anos, até que não sejam mais lucrativos.

Um abraço!

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