Quem aniversariou ontem foi o também nomeado ao Emmy, Terry O'Quinn. Vencedor em 2007 como melhor ator coadjuvante (categoria que não entendo porque ele foi enfiado), tem chances de repetir a vitória agora por interpretar o sensacional Monstro de Fumaça, além do Locke, lá no Limbo..
Acho que neste ano, apesar de eu amar o Michael Emerson, Terry merece mais pelo desafio e pela brilhante forma com que conseguiu distinguir tão bem as duas personalidades!
Ah, Terry está completando 58 anos. Em boa forma!
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16 de jul. de 2010
12 de jan. de 2010
Várias
Michael Emerson e Terry O'Quinn formam uma das melhores duplas do entretenimento atualmente. A interação entre os dois é algo fantástico, tão bacana como não se via há tempos...Diria desde que Jack Lemmon e Walter Matthau nos deixaram. E digo isto já faz tempo...Em entrevista recente, os dois mostraram o quando estão afiados
Emerson contou que o primeiro dueto importante aconteceu quando a escotilha foi fechada: "Você tinha que correr, correr sob o portão de segurança. Deus! O que foi particularmente importante, segundo O'Quinn: "As cenas foram emocionantes e a ação foi uma recompensa. Foi nesse episódio em que estabeleceu uma relação de trabalho.
Michael lembra que se juntar ao elenco durante a segunda temporada foi intimidante.
O que Terry suaviza: "Não pareceu. Michael chegou e impressionou a todos".
Sobre o conflito entre os dois personagens, Terry esclarece: "Como John Locke, nunca vi alguém como um inimigo, a menos que tentasse me impedir de fazer algo. Mesmo assim, eles não eram inimigos. Havia apenas obstáculos. Ben era um obstáculo, por vezes, e às vezes ajuda ... Mas fez coisas como atirar na minha barriga".
"John Locke sempre quis respostas. Benjamin Linus sempre teve respostas, ou dava a impressão de tinha. Então, houve alguma economia de informações entre eles. Mas agora algo mudou na série. Eu não sei onde estamos agora", complementa Emerson.
Os dois ainda falaram sobre o fim da série. "Não tenho pensado coisas como: Esta é a última vez que eu filmei aqui, esta é a última vez que eu segurar esta arma ...", "Esta é a última vez que mato Locke", responde O'Quinn. ou "Esta é a última vez que cuspo sangue!", emenda Michael.
E que bom: os dois gostariam de voltar trabalhar juntos: Uma relação de trabalho tão fluida coimo tenho com Michael não é comum. Uma vez que Lost acabe, pedirei a alguém que escreva algo para nós", garante o intérprete de Locke. E o ganhador do Emmy do ano passado assina embaixo: "Não acho que será a última vez que atuamos juntos"
Muito, muito legal isto!
Outra:
Parece que o inevitável já está sendo pensado. Executivos da Disney já pensam em uma estratégia para longo prazo para "Lost", além da sexta temporada.
Claro que uma franquia tão poderosa e rentável não deveria ser abandonada facilmente pelos homens do business. A curto prazo, isso poderia significar romances e quadrinhos de "Lost", além da expansão dos mercados com jogos, distribuição digital, remasterização dos DVDs e até mesmo a criação de um parque temático.
Mas a coisa não pára por ai. A longo prazo pode render uma nova versão do universo "Lost", com histórias novas e novo elenco. Algo como "Lost: A próxima geração".
A promessa é da manutenção da "integridade" da franquia, mesmo com os produtores executivos Damon Lindelof e Carlton Cuse fora, pois eles já afirmaram categoricamente serem contra a ideia.
Um projeto sem Carlton e Damon é de dar medo. Porém gostaria de ver outros ângulos, que talvez surjam nesta temporada. O que eu adoraria mesmo é ver um filme para telona. Mas com a mesma equipe e atores, claro.
Ainda: Obama é mesmo o máximo! Disse o porta voz da pesidência: “Eu não vejo a possibilidade de um cenário onde milhões de pessoas que esperam pela temporada final de Lost sejam contrariadas pelo presidente. Seria um grande problema para a ABC, portanto o discurso será adiado.”
15 de out. de 2009
Do passado do Terry
Que Pérola! Terry O'Quinn com cabelo. É a principal atração deste filme de 1987 estrelado pelo nosso Locke, que foi lançado em DVD recentemente lá pelas bandas da América.
Parecendo um triller de suspense, The Stepfather (O Padrasto) tem cara the cult, não...
Será que lançam por aqui? Aposto que ao menos via download poderemos conferir...
3 de jun. de 2009
Losties em Roswell
Em época de parcas notícias sobre Lost, vale a pena conhecer outras séries bacanas por onde os losties já passaram.
Esta é mais que uma curiosidade, é uma dica para quem curtir o gênero. Com participação de Emile de Ravin (Claire) e de Terry O'Quinn (Locke), Roswell vale mesmo a pena ser conhecida.
O seriado durou três anos (aquela velha estória que quase nunca audiência alta é sinônimo de bons produtos) - entre 1999 e 2002. Mais do que uma série teen boboca repleta de jovens rebeldes riquinhos vestidos com grifes e futilidades disfarçadas de problemas, Roswell combinava na medida exata romance, dramas de adolescência, ficção científica, humor e conspirações para contar a vida de adolescentes extraterrestres residentes da cidade de de Roswell (famosa por um possível incidente do gênero ocorrido em 1947).
O grande mérito do drama foi saber conectar a vida dos jovens ets aos problemas comuns a todos que de alguma forma não se encaixam nos padrões sociais pré estabelecidos e se sentem vez ou outra excluídos do circulo que frequetam. Ao dotar os aliens (entre eles estava a personagem Tess vivida por Emile de Ravin) de imensa responsabilidade sobre a sobrevivência do seu planeta natal, nos faz pensar nas obrigações e papéis que são impostos a todos em diferentes fases da vida. E o quanto estes elos com um futuro tão certo/incerto interfere nas ações do presente, impedindo muitas vezes o real comprometimento com o dia de hoje e com nossa real felicidade.
- Terry fez uma participação especial na terceira temporada. Não teve personagem regular.
O elenco contava também com Shiri Appleby (musa do maridão), Jason Behr, Katherine Heigl (de Grey's Anatomy), Majandra Delfino, Brendan Fehr e Colin Hanks (filho de Tom Hanks). E a série era embalada pela ótima música de Dido, Here with Me.
Esta é mais que uma curiosidade, é uma dica para quem curtir o gênero. Com participação de Emile de Ravin (Claire) e de Terry O'Quinn (Locke), Roswell vale mesmo a pena ser conhecida.
O seriado durou três anos (aquela velha estória que quase nunca audiência alta é sinônimo de bons produtos) - entre 1999 e 2002. Mais do que uma série teen boboca repleta de jovens rebeldes riquinhos vestidos com grifes e futilidades disfarçadas de problemas, Roswell combinava na medida exata romance, dramas de adolescência, ficção científica, humor e conspirações para contar a vida de adolescentes extraterrestres residentes da cidade de de Roswell (famosa por um possível incidente do gênero ocorrido em 1947).
O grande mérito do drama foi saber conectar a vida dos jovens ets aos problemas comuns a todos que de alguma forma não se encaixam nos padrões sociais pré estabelecidos e se sentem vez ou outra excluídos do circulo que frequetam. Ao dotar os aliens (entre eles estava a personagem Tess vivida por Emile de Ravin) de imensa responsabilidade sobre a sobrevivência do seu planeta natal, nos faz pensar nas obrigações e papéis que são impostos a todos em diferentes fases da vida. E o quanto estes elos com um futuro tão certo/incerto interfere nas ações do presente, impedindo muitas vezes o real comprometimento com o dia de hoje e com nossa real felicidade.
- Terry fez uma participação especial na terceira temporada. Não teve personagem regular.O elenco contava também com Shiri Appleby (musa do maridão), Jason Behr, Katherine Heigl (de Grey's Anatomy), Majandra Delfino, Brendan Fehr e Colin Hanks (filho de Tom Hanks). E a série era embalada pela ótima música de Dido, Here with Me.
4 de mar. de 2009
O retorno de Locke
Matéria publicada hoje no Los Angeles Times traz interessantes colocações de Terry O´Quinn.
Confira alguns trechos:
"É interessante encontrar Locke pós-morte muito mais relaxado e confiante. Eu não acho que ele está mais preocupado. Acho que ele acredita ter as respostas que tem procura".
"O que ele percebe, sua compreensão da ilha, é especial. Mas pode ser o caminho para o inferno. Ainda não sabemos qual a moral da ilha. A ilha é mocinho ou um bandido? Essa é a pergunta que eu tenho".
"O tragédia de Locke é seguir. Ele é fiel a uma falha. Quando ele decide, vai até o fim. Acredito que Locke vai seguir esse curso não importa se este se revelar do bem ou ou mal, o escuro ou a luz"
"Locke parece perdoar Ben constantemente, não?" "Ele perdoou o pai. Ele vai perdoar qualquer um que possa ajudá-lo a seguir".
"No fim, gostaria que ele fosse extremamente interessante. Locke agora tem este tipo de confiança que ele nunca teve na sua primeira vida, apesar que um pouco de confiança em um cara como ele é uma coisa perigosa. Eu espero que ele passe, ao menos, por mais uma ou duas reviravoltas surpreendentes e que as pessoas gostam ou desgostem dele. Não me importo, desde que não fiquem entediados com ele. "
Matéria na íntegra
Confira alguns trechos:
"É interessante encontrar Locke pós-morte muito mais relaxado e confiante. Eu não acho que ele está mais preocupado. Acho que ele acredita ter as respostas que tem procura".
"O que ele percebe, sua compreensão da ilha, é especial. Mas pode ser o caminho para o inferno. Ainda não sabemos qual a moral da ilha. A ilha é mocinho ou um bandido? Essa é a pergunta que eu tenho".
"O tragédia de Locke é seguir. Ele é fiel a uma falha. Quando ele decide, vai até o fim. Acredito que Locke vai seguir esse curso não importa se este se revelar do bem ou ou mal, o escuro ou a luz"
"Locke parece perdoar Ben constantemente, não?" "Ele perdoou o pai. Ele vai perdoar qualquer um que possa ajudá-lo a seguir".
"No fim, gostaria que ele fosse extremamente interessante. Locke agora tem este tipo de confiança que ele nunca teve na sua primeira vida, apesar que um pouco de confiança em um cara como ele é uma coisa perigosa. Eu espero que ele passe, ao menos, por mais uma ou duas reviravoltas surpreendentes e que as pessoas gostam ou desgostem dele. Não me importo, desde que não fiquem entediados com ele. "
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